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SHEMA ISRAEL, ADONAI ELOHENU, ADONAI ECHAD! DEUT 6:4

 

Os Alimentos Transgênicos

A todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos, faz que lhes seja dada certa marca sobre a mão direita ou sobre a fronte, para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome. Apoc 13:16-17

Segundo o Dr. Marcio Bontempo1, "considera-se transgênico qualquer alimento modificado geneticamente. Através das técnicas da engenharia genética ou da biotecnologia introduz-se uma ou mais seqüências de DNA de outra espécie, ou uma seqüência modificada da mesma. Organismo transgênico é aquele que recebeu um gene, ou seja, pedaço de DNA que não existia. Toda e qualquer espécie viva é formada por um conjunto de genes, o DNA, que vai determinar suas características."

Apesar de estarem sendo tratados basicamente como um problema de saúde pública, os OGMs (organismos geneticamente modificados) carregam em si riscos ambientais sem precedência, o que quer dizer que seu raio de ação é muito maior do que simplesmente os seres humanos – todo o planeta está em risco.

O que precisa ser divulgado é que não foi feito no Brasil o Estudo Prévio de Impacto Ambiental (EIA/Rima), requisito constitucional que deve anteceder a introdução comercial de OGMs na agricultura. Sem este estudo, dispensado pela CTN-Bio (Comissão Técnica Nacional de Biossegurança),
é impossível avaliar os riscos inerentes ao experimento e garantir a integridade do meio ambiente.

Dentre as conseqüências possíveis previstas pelos cientistas, estão o empobrecimento da biodiversidade, a criação de super pragas, a eliminação de insetos benéficos ao equilíbrio ecológico do solo e o aumento da contaminação dos solos e lençóis de água, pelo uso intensificado de agrotóxicos.

As plantações de OGMs são orientadas para se situarem a uma distância considerável das lavouras tradicionais, justamente porque existe a possibilidade de contaminação pela disseminação do pólen, por exemplo, o que é possível num raio de até
10 Km do experimento.

A contaminação por organismos vivos – caso dos OGMs – é diferente da contaminação por produtos químicos justamente por sua capacidade de sofrer mutações, se multiplicar e se disseminar no meio ambiente, sem que o homem possa interromper
seu ciclo.

A Monsanto é uma empresa norte-americana pioneira na pesquisa e na produção de alimentos transgênicos. Para obter as sementes produzidas pela Monsanto, os agricultores pagam verdadeiras fortunas e são obrigados por contrato a não utilizarem sementes provenientes de suas colheitas. Isso quer dizer que a cada safra, novas sementes deverão ser compradas da empresa.

Segundo o Dr. Marcio Bontempo, "usando a engenharia genética e com a ajuda de genes inteligentes – ainda em fase de desenvolvimento -, a Monsanto quer criar futuras safras com um novo propósito: a esterilidade. No momento em que as plantas atingirem a maturidade, as sementes perderão a capacidade de reprodução. Esse novo gene – chamado Terminator (Exterminador do Futuro) – está sendo motivo de preocupação no mundo inteiro.
Caso essa nova tecnologia tome conta do mercado, acredita-se que, em breve, os agricultores estarão implorando pelas sementes da Monsanto, dispostos a pagar qualquer preço para garantir uma nova safra.
O perigo maior, segundo algumas previsões, estaria na disseminação do gene esterilizador. Com o vento, o pólen dessas plantas poderia fertilizar outras da mesma família, culminando com a contaminação, de forma irreversível, de toda a flora terrestre."

O princípio da precaução – Um dos argumentos contra a liberação da plantação e consumo de OGMs é o princípio da precaução, previsto na Agenda 21. Segundo este princípio, se não há como provar que determinado produto, prática ou serviço fazem ou não mal à saúde, a precaução manda que se abstenha do seu uso até que provas cabais sejam possíveis.

Tome posse do seu corpo – Enquanto é travada a luta política pela segurança alimentar, tome posse do seu corpo e decida o que é melhor para você, sem abrir mão das suas convicções. Se você tem dúvidas a respeito dos OGMs (e todos têm), recuse-se a pagar pelos produtos que os utilizam em sua composição.

Como a atuação do Governo nesta questão é dúbia, tome a iniciativa de perguntar aos fabricantes se utilizam OGMs e pesquise os sites de defesa do consumidor, como o www.idec.org.br.
 

Confira sempre os rótulos dos produtos e pressione o Governo para que faça valer a legislação que obriga o fabricante a informar ao consumidor quais OGMs e em que quantidade foram utilizados para se chegar ao produto final.

Para uma escolha consciente, é importante a informação no rótulo.

Muitos países já possuem normas

Informar o consumidor sobre alimentos geneticamente modificados por meio de rótulos é uma preocupação mundial. Um terço dos consumidores do mundo vivem em países que têm normas obrigatórias de rotulagem de alimentos transgênicos pelo menos para alguns produtos. Entre esses países estão China, Japão, Tailândia, Coréia do Sul, Taiwan, Austrália, Nova Zelândia, Rússia, Arábia Saudita, Ilhas Maurício, Brasil, Equador, Chile, Noruega, Islândia, Suíça, Croácia e todos os membros da União Européia (Reino Unido, França, Alemanha, Suécia, Dinamarca, Finlândia, Espanha, Portugal, Itália, Grécia, Austrália, Irlanda, Bélgica, Luxemburgo, Holanda, Chipre, Malta, República Checa, Estônia, Hungria, Letônia, Polônia, Eslováquia e Eslovênia).

Fonte.: Revista do Idec, No 88 maio/05
Fonte: Marcio Bontempo, Alimentação para um Novo Mundo, Ed. Record, 2003
 

   E disse: Produza a terra relva, ervas que dêem semente e árvores frutíferas que dêem fruto segundo a sua espécie, cuja semente esteja nele, sobre a terra. E assim se fez. A terra, pois, produziu relva, ervas que davam semente segundo a sua espécie e árvores que davam fruto, cuja semente estava nele, conforme a sua espécie. E viu Deus que isso era bom. Gên 1:11-12

 

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